Abstract
The distinction between analytic and continental philosophy is not a philosophical distinction. It is a sociological one, incorporating political and psychological dimensions. I shall argue that this distinction is a symptom of, most relevantly, professionalization, and that professionalization excludes philosophy. As a result, the only philosophically meaningful consequence that the analytic/continental distinction has is to alert us by conceptual contrast to what it is that we should concern ourselves with instead. This alternative focus is the a-professional contexts and features of actual philosophy. The analytic/continental distinction usefully points us to these as that to which the specific structure and disciplinary effects of this distinction are entirely irrelevant.
Resumo:
A distinção entre filosofia analítica e continental não é uma distinção filosófica. É uma distinção sociológica, que incorpora dimensões políticas e psicológicas. Vou argumentar que essa distinção é um sintoma, mais relevante, da profissionalização, e que a profissionalização exclui a filosofia. Como resultado, a única consequência filosoficamente significativa que a distinção analítica/continental tem é nos alertar, por contraste conceitual, sobre com o que deveríamos nos preocupar em vez disso. Esse foco alternativo são os contextos e características a-profissionais da filosofia real. A distinção analítica/continental nos aponta útilmente para esses como sendo aquilo para o qual a estrutura específica e os efeitos disciplinares dessa distinção são totalmente irrelevantes.
| Original language | American English |
|---|---|
| Journal | Humanities Faculty Research |
| State | Published - Jun 15 2024 |
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